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TJDFT palestra sobre coleta seletiva no Distrito Federal

Diretor do SLU ressalta a responsabilidade do cidadão na política de saneamento e limpeza da cidade Na tarde dessa terça feira, 7/8, o Diretor do Serviço de Limpeza Urbana, Paulo Celso Gomes, palestrou no auditório Sepúlveda Pertence sobre o atual cenário da coleta seletiva no Distrito Federal, diante da Lei 12.305/2010, conhecida como Lei Nacional dos Resíduos Sólidos e da legislação distrital a respeito. A palestra, voltada aos servidores do TJDFT e equipes de limpeza, teve o objetivo de esclarecer e reforçar as diretrizes adotadas pelo órgão na segregação, separação e destinação final dos resíduos gerados nos prédios do órgão, de forma ambientalmente responsável, dentro no Programa Viver Direito.  “Anualmente o DF gasta R$ 134 milhões arrecadados em tributos com o pagamento de contratos de varrição das ruas, e outros R$ 20 milhões com a coleta de entulho. Se a população fizesse a sua parte, e não jogasse lixo nas ruas e descampados, esse valor poderia ser destinado à saúde e educação. Este é o preço da falta de educação ambiental do brasileiro, lembrando que em países desenvolvidos como o Japão, não há sequer lixeiras nas ruas, e os locais são muito limpos”, informou Paulo Celso.  O palestrante ilustrou o evento com dados e imagens atuais do “Lixão da Estrutural”, comparando-os com a realidade de dois anos atrás. Fechado em 2017, e até então o segundo maior do mundo, o local era responsável por uma média de 4 mortes de catadores ao ano, além de vetor de doenças, trabalho infantil, riscos ao meio ambiente (pelo chorume gerado) e insalubridade total aos trabalhadores. Os resultados alcançados com as mudanças implementadas hoje, por meio do planejamento e da gestão dos resíduos no DF impressionaram os presentes. Ao final, Paulo Celso informou que o trabalho realizado contou com a parceria da Universidade de Brasília, elogiou a atuação do TJDFT na gestão da coleta seletiva, e agradeceu a parceria entre o órgão, o GDF e o SLU na capacitação dos catadores no Projeto Fênix – Subprojeto do Programa Justiça Comunitária, que facilitou o relacionamento entre esses trabalhadores e os órgãos do governo na implantação das políticas públicas. O projeto, realizado entre os anos de 2014-2016, sem custos aos órgãos, capacitou cerca de 2 mil catadores nas premissas de autorresolução dos conflitos na cultura da paz, na mediação, no conhecimento dos direitos civis e previdenciários, e sobre a rede de serviços públicos em apoio ao cidadão.  Paulo Celso Gomes é Mestre em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos e foi Subsecretário da Política de Resíduos Sólidos do DF.
09/08/2018 (00:00)
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